Livros

    Cadernos Secad 1: Educação Ambiental: aprendizes de sustentabilidade

    Autor: Ricardo Henriques, Rachel Trajber, Soraia Mello, Eneida M. Lipai e Adelaide Chamusca (org.)

    Resumo: Percebemos no cotidiano uma urgente necessidade de transformações para a superação das injustiças ambientais, da desigualdade social, da apropriação da natureza – e da própria humanidade – como objetos de exploração e consumo. Vivemos em uma cultura de risco, com efeitos que muitas vezes escapam à nossa capacidade de percepção, mas aumentam consideravelmente as evidências de que eles podem atingir não só a vida de quem os produz, mas as de outras pessoas, espécies e até gerações.(...) Para o enfrentamento desses desafios e demandas na perspectiva de uma ética ambiental, devemos considerar a complexidade e a integração de saberes. Tais preocupações éticas criam condições de legitimação e reconhecimento da educação ambiental para além de seu universo específico; ela se propõe a atender aos vários sujeitos que compõem os meios sociais, culturais, raciais e econômicos que se preocupem com a sustentabilidade socioambiental.

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    Cadernos Secad 2: Educação do Campo: diferenças mudando e paradigmas

    Autor: Ricardo Henriques, Antonio Marangon, Michiele Delamora e Adelaide Chamusca (org.)

    Resumo: Esse documento se destina a contribuir com o debate e a compreensão dos mecanismos e implicações que têm caracterizado as intervenções do Estado e as ações da sociedade civil para a educação dos povos do campo. Parte da compreensão das nuances conceituais e metodológicas intrínsecas à sua natureza político-pedagógica e tem por finalidade informar e esclarecer os gestores públicos sobre a sua dimensão política.

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    COLEÇÃO POR UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO – Vol.1 – A educação básica e o movimento social do campo

    Autor: Edgar J. Kolling, Irmão Néry, Mônica C. Molina.

    Resumo: Este primeiro volume da coleção contém as principais reflexões desenvolvidas durante a realização da “Conferência Nacional por uma Educação Básica no Campo”, sintetizadas num texto-base, e também, os principais desafios e propostas de ação que os participantes da Conferência se dispuseram a assumir.

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    COLEÇÃO POR UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO – Vol.2 – A educação básica e o movimento social do campo

    Autor: Miguel Gonzalez Arroyo e Bernardo Mançano Fernandes

    Resumo: O volume que ora apresentamos é o segundo da Coleção “Por uma Educação Básica do Campo". O primeiro além de trazer uma introdução e um rápido histórico do processo, coloca à disposição o Texto-Base e as Conclusões da Primeira Conferência Nacional. Neste segundo volume estamos oferecendo dois importantes trabalhos. Um do Professor Miguel Gonzalez Arroyo e outro do Professor Bernardo Mançano Fernandes. O Professor Miguel Arroyo pronunciou em Luziânia, GO, no dia 29 de julho de 1998, uma palestra, a partir do que ele viveu, como pedagogo, em seus contatos com os Movimentos Sociais do Campo e de sua atenta presença no que estava acontecendo na Primeira Conferência por uma Educação Básica do Campo.

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    COLEÇÃO POR UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO – Vol.3 – Projeto Popular e Escolas do Campo.

    Autor: César Benjamin e Roseli Salete Caldart

    Resumo: Este terceiro volume da coleção tem por objetivo dar continuidade à reflexão e ao debate sobre a Educação Básica do Campo, que mais sistematicamente vem sendo articulados, no Brasil, desde 1998. Visamos aqui, de modo especial, refletir num primeiro momento sobre Um Projeto Popular para o Brasil que nosso povo deseja construir e, num segundo momento, refletir sobre as escolas do campo e como elas se inserem na dinâmica das lutas pela implementação deste projeto.

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    COLEÇÃO POR UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO – Vol.4 – Educação do Campo, Identidade e Políticas Públicas

    Autor: Edgar Jorge Kolling, Paulo Ricardo Cerioli e Roseli Salete Caldart (org.)

    Resumo: Em suas mãos o quarto caderno de nossa Coleção “Por Uma Educação do campo”, até aqui denominada “Por Uma Educação Básica do Campo”. Estamos mudando para deixar mais claro em nosso nome que a educação que queremos vai além do final do Ensino Médio e também dos limites da escola formal. A luta, portanto, continua e cada vez mais intensa alargando horizontes e obtendo conquistas bem substanciais.

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    COLEÇÃO POR UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO – Vol.5 – Contribuições para a Construção de um Projeto de Educação no Campo

    Autor: Mônica Castagna Molina e Sônia Meire Santos Azevedo de Jesus (org.)

    Resumo: O quinto volume desta edição assumiu o desafio de contribuir com o processo em construção dos paradigmas da Educação do Campo. O Pronera, como experiência pratica e teórica de Educação do Campo, ao apoiar esta publicação, reafirmam o seu compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento à população do campo, seguindo como uma construção coletiva dos sujeitos sociais, em busca de um novo modelo de desenvolvimento para o campo e para o Brasil. A reforma Agrária é uma política estrutural para alterar o modelo de desenvolvimento vigente buscando maiores condições para a promoção da igualdade e justiça social para o conjunto da sociedade brasileira. A garantia da educação comprometida com os valores humanistas e com diferentes formas de produção da existência dos sujeitos é uma compreensão e uma prática reafirmada pelo Pronera estratégia fundamental na superação das desigualdades e construção do desenvolvimento rural sustentável.

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    COLEÇÃO POR UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO – Vol.7 – Campo - Políticas Públicas - Educação.

    Autor: Clarisse Aparecida dos Santos

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    REFERÊNCIAS PARA UMA POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO

    Autor: Grupo Permanente de Trabalho de Educação do Campo

    Resumo: Este documento apresenta um conjunto de informações e reflexões que visam a subsidiar a formulação de políticas de Educação do Campo em âmbito nacional respaldadas em diagnósticos do setor educacional, nos interesses e anseios dos sujeitos que vivem no campo e nas demandas dos movimentos sociais. É produto do Seminário Nacional de Educação do Campo realizado em outubro de 2003, que teve a participação dos sujeitos públicos e sujeitos sociais envolvidos na concepção, elaboração e na própria execução das políticas públicas para as populações do campo brasileiro e, portanto, expressa ao mesmo tempo a complexidade que a temática enseja e as singularidades nela envolvidas, exatamente pela multiplicidade de sujeitos que a compõem.

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    Panorama da Educação do Campo

    Autor: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)

    Resumo: Este texto buscou organizar alguns dados recentemente levantados pelo Instituto Brasileiro de geografia e estatística (IBGE) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), que permitem uma radiografia do meio rural e das escolas ali localizadas, visando a orientação das políticas a serem estabelecidas. A primeira parte do texto situa a condição socioeconômica do Brasil rural, quantificando a sua população, em termos de capital físico (rendimento) e capital sociocultural (escolaridade e freqüência escolar). Em seguida é apresentado um perfil da rede de ensino e das condições de oferta educacional na zona rural, destacando aspectos como: tamanho da rede, matrícula, níveis de ensino ofertados, infra-estrutura, recursos humanos, fluxo dos alunos e desempenho escolar. Na última parte são feitas algumas considerações relevantes, como forma de reforçar a idéia de que as políticas a serem estabelecidas para a educação do campo devem considerar questões específicas da realidade rural, sendo capazes de promover um desenvolvimento sustentável.

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    A Natureza me Disse

    Autor: Maria da Conceição de Almeida e Paula Vanina Cencig (org.)

    Resumo: A natureza me disse apresenta um conjunto de conhecimentos sistematizados por Francisco Lucas da Silva ao longo de uma vida de trabalho árduo, mas que lhe dá muito prazer e alegria. Ele confessa que gosta do que faz, gosta de onde vive. "A Lagoa do Piató é o melhor lugar do mundo" tem repetido ele, muitas vezes, ao longo dos vinte anos de 'conversas sem fim', uma expressão que bem pode se tornar sinônimo da pesquisa que mantém os laços entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte e a Lagoa do Piató, em Assu-RN.

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    Belém - Cidade das mangueiras

    Autor: Mario Barata

    Resumo: Eu fui fundada pelos portugueses no dia 12 de janeiro de 1616, quando uma expedição com mais ou menos 200 homens chegou aqui. Chefiada por Francisco Caldeira Castelo Branco, ela partiu do Maranhão e seguiu pelos braços do rio Amazonas até que aportou numa ponta de terra, bem ali onde o rio Guamá se encontra com a baía do Guajará. Nesse local foi construído um forte — o "Forte do Presépio", depois chamado "Forte do Castelo" —, começando assim o processo de conquista do território amazônico e o meu primeiro aglomerado urbano, chama¬do "Feliz Lusitânia". Só 39 anos depois fui elevada à categoria de cidade, primeiro com o nome "Nossa Senhora de Belém", depois "Santa Maria de Belém do Grão Pará" e, por fim, "Belém", como sou conhecida até hoje. Ah, sim, muitos me chamam de "Belém do Pará".

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    Proteção aos conhecimentos dos povos indígenas e das sociedades tradicionais da Amazônia

    Autor: Museu Paraense Emílio Goeldi

    Resumo: Direcionada às sociedades tradicionais, esta cartilha pretende ser um instrumento de informação e, conseqüentemente, contribuir para melhor compreensão do sistema de proteção aos conhecimentos tradicionais, incentivando práticas sociais justas nas relações entre povos indígenas e comunidades da Amazônia com pesquisadores, entidades públicas, ONGs e setor empresarial. Tentar aproximar o diálogo entre esses atores é o propósito desta cartilha. Este trabalho foi realizado com o patrocínio do Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos/Secretaria de Direito Econômico/Ministério da Justiça, e o apoio do Ministério do Meio Ambiente/Departamento do Patrimônio Genético, IPHAN/Departamento de Patrimônio Imaterial e 2ª Superintendência Regional.

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    Memória e revitalização identitária - Ribeirinhos e ribeirinhas das ilhas de Abaetetuba

    Autor: Equipe CPT – região guajarina

    Resumo: Aqui está, Companheirada das Ilhas de Abaetetuba,a primeira parte, colocada a limpo, do processo de MEMÓRIA E REVITALIZAÇÃO IDENTITÁRIA do Povo das Ilhas, tendo em vista a organização do MOVIMENTO DOS RIBEIRINHOS E RIBEIRINHAS.Essa primeira cartilha diz respeito à MEMÓRIA do nascimento e consolidação do município, e do movimento sócio-eclesial tão determinante ao longo desses últimos 20 anos: 1985-2005. MEMÓRIA essa construída por todos nós: nos encontros de formação, pelo Arquivo Vivo, pelo STR-Abaetetuba, pela Z-14 pela CPT-Região Guajarina e pelos demais.Para ser MOVIMENTO, dos Ribeirinhos e das Ribeirinhas dasIlhas de Abaetetuba, é preciso ir mais a fundo. Ser MOVIMENTO pressupõe ter clareza do que queremos e construí-lo. Entre-tanto, essa clareza decorre da consciência de quem somos, do que mais nos caracteriza. O que será sistematizado na próxima cartilha sobre REVITALIZAÇÃO IDENTITÁRIA.

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    IV ENCONTRO DA REDE BRASIL/PÓLO PARÁ - Impactos dos Acordos Multilaterais sobre a Amazônia e a Intervenção da Sociedade Civil

    Autor: Guilherme Carvalho e Letícia Tura (Org.)

    Resumo: Em 2.000 foi realizado o IV Encontro Anual da Rede Brasil/Pólo Pará, denominado "FMI, BID e Banco Mundial - impacto dos acordos multilaterais sobre a Amazônia e a intervenção da Sociedade civil", pela Rede Brasil em conjunto com a FASE - Pará/Amazônia, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará e Amapá (FETAGRI), Fórum da Amazônia Oriental (FAOR) e Associação Brasileira de ONGs (ABONG). Este encontro teve como objetivos qualificar a intervenção das organizações da sociedade civil junto as IFMs, analisar de forma crítica a repercussão das suas políticas e dos projetos na Amazônia e iniciar um processo de articulação regional no monitoramento destes. Além disso, foi promovida uma troca de experiências de monitoramento/acompanhamento entre os diversos sujeitos coletivos envolvidos, direta ou indiretamente, com a temática das IFMs na região. Participaram do encontro pesquisadores, representantes de ONGs e movimentos sociais do Pará, Amapá, Tocantins, Mato Grosso e Acre, que debateram sobre os grandes projetos de infra-estrutura, educação, saneamento, floresta, questão urbana e políticas compensatórias de combate à pobreza.

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    Educação do Campo -Diretrizes Operacionais

    Autor: Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – Contag

    Resumo: No início de 2001, o Conselho Nacional de Educação, através da Câmara de Educação Básica, com o objetivo de resgatar o cumprimento do artigo 28 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que propõe uma adequação das leis educacionais ao campo, convocou audiências públicas com representantes dos órgãos normativos estaduais e municipais, os movimentos sociais e sindicais, universidades, Ong"s e demais setores da sociedade que atuam no campo brasileiro. A demanda advinda dos diferentes movimentos pedagógicos existentes no campo, por uma política específica, há muito estava presente na pauta político-educacional de nosso país. A CONTAG articulou e coordenou um processo de discussão e proposição com as federações, sindicatos e entidades parcerias no sentido de contribuir na formulação dessas normas para a educação. Nesse processo vale salientar o papel fundamental que desenvolveram os parceiros: União das Escolas Famílias Agrícolas do Brasil-UNEFAB, a Associação Regional das Casas Família Rural-ARCAFAR, o Movimento de Organização Comunitária - MOC, a Universidade de Brasília-UNB, o Serviço de Tecnologia Alternativa - SERTÃ, o Instituto Regional de Pequena Agropecuária Apropriada- IRPAA, Instituto Agostín Casterjon, Secretaria Municipal de Educação de Curaçá-BA e Escolas de Formação da CUT. Após a aprovação no Conselho Nacional de Educação, as diretrizes foram homologadas em 12/03/2001 pelo Ministro da Educação, por meio da Resolução CNE/ CEB n° 01, de 03 de abril de 2002. Para a lei sair do papel e se implementar na prática, está sendo necessária a participação dos movimentos e organizações. O primeiro passo é conhecer o que foi aprovado. Por isso essa cartilha foi elaborada para ajudar na discussão. Boa leitura e bom trabalho.

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    Direitos Humanos para quilombolas – Consciência e atitude

    Autor: Vilma Maria Santos Francisco

    Resumo: O Manual é fruto de cuidadosa pesquisa e de redação original e sensível, a cargo da Professora Vilma Francisco e tem a preocupação de situar os direitos fun¬damentais e os direitos humanos ao alcance dos quilombolas, por meio de uma linguagem que facilita o seu entendimento e as suas condições de exercício.Não é uma tarefa fácil, mas é uma tarefa urgente. Numa sociedade em que o racismo orienta fortemente as disposições ideológicas desde o pós-abolição,assumir atitude, defesa ou fir¬mar a consciência da subjetividade aspirante a direitos iguais e plenos pelos excluídos da cidadania, requer sentido de imediatidade e comprometimento his¬tórico.Trata-se, por isso também, quando se cogita de um Manual de Direitos Humanos Quilombolas, de procurar abrir a doutrina jurídica nacional, para a relevância desses direitos, uma vez que "o povo negro teve o seu direito mantido separado da lei oficial', elaborada e mantida pelas oligar¬quias econômicas que estavam no poder" .O Manual carrega esta pretensão auspiciosa. Além de oferecer aos pró¬prios sujeitos membros das Comunidades Quilombolas o conhecimento que emancipa, colocando o Direito e os meios para os exercer ao alcance de sua capacidade de ação, quer ainda "despertar a consciência da sociedade em geral no sentido de perceber a necessidade que se impõe para o respeito às comunidades quilombolas. Não apenas pela importân¬cia simbólica de sua existência concreta, mas pelo reconhecimento dos seus direitos já garantidos e legitimados na Constituição e nos tratados internacionais".

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    Como se formam os sujeitos do campo?

    Autor: Roseli Salete Caldart, Conceição Paludo, Johannes Doll (Org.)

    Resumo: Este livro é simultaneamente um produto da democratização do acesso à terra e da democratização do acesso ao conhecimento. Seus autores são protagonistas da luta pelo direito a terra, ao trabalho, ao conhecimento. Educandas e educandos nos mostram a beleza e a dor da realidade rural brasileira, em distintos territórios. Trazem-nos a vida e os pro¬cessos de humanização e desumanização aos quais estão submetidas as crianças, os jovens, os adultos e os idosos do campo.

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    Infância no Centro da roda: Um programa de formação para educadores infantis integrado ao desenvolvimento comunitário rural

    Autor: Patrícia Monteiro Lacerda

    Resumo: Estamos falando do Programa de Formação em Serviço para Educadores Infantis das Associações Comunitárias Rurais do Vale do Jequitinhonha, coordenado pelo Fundo Cristão para Crianças, de Belo Horizonte, Minas Gerais. Esse nome grande, difícil de caber numa sigla ou de ser resumido, identifica uma iniciativa que ganhou o Prêmio Criança 2004, concedido pela Fundação Abrinq, na categoria Educação Infantil. Iniciado em 1999, o Programa atende a 38 educadoras sociais, 133 educadoras infantis, 2.705 crianças até seis anos, em 75 creches distribuídas em comunidades rurais de dezessete municípios do Vale do Jequitinhonha, localizado na região nordeste do estado de Minas Gerais, e marcado por forte presença da agricultura familiar. Os resultados da iniciativa vão desde a mudança da prática das educadoras infantis, passando pela renovação das creches, pelo resgate de brincadeiras e tradições locais, até a transformação da visão que os pais têm dos filhos. Talvez o saldo mais expressivo seja a compreensão de que as crianças têm direitos e de que os adultos devem responder pela sua responsabilidade de formar as novas gerações. Os Centros de Educação Infantil (ou creches) são pontos de convergência de uma série de esforços na área da saúde, educação, produção cultural e desenvolvimento local, materializando naquele espaço uma referência de qualidade de vida que até então poucos ousavam sonhar para seus filhos. O Programa de Formação em Serviço vem ajudando a abalar alguns mitos, por exemplo os que dizem: que o Vale do Jequitinhonha é só um grande ‘bolsão de miséria’; que a educação do campo é necessariamente precária; que viver no campo é viver no isolamento. Bom seria que cada leitor pudesse fazer uma visita às creches ligadas às associações conveniadas com o Fundo Cristão para Crianças (FCC) e ver, por si, como elas são vivas. Na ausência dessa possibilidade, oferecemos esta visita virtual, trazendo um pouco desse universo que, por aparecer pouco na televisão, nas revistas e nos jornais, permanece tão ignorado.

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    Plantados no chão: Assassinatos políticos no Brasil hoje

    Autor: Natalia Viana

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    A Educação no Brasil Rural

    Autor: Alvana Maria Bof (Organizadora)

    Resumo: -

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    Cidades Imaginárias/O Brasil é menos urbano do que se calcula

    Autor: Antonio César Ortega

    Resumo: Cidades Imaginárias é o título do mais recente livro do Professor José Eli da Veiga da USP. A temática do livro chama a atenção para a maior preocupação atual do autor: demonstrar que o Brasil é menos urbano do que se calcula se utilizarmos critérios mais comumente usados internacionalmente. Porém, mais do que uma preocupação meramente contábil, seu objetivo é apontar para “a necessidade de uma renovação do pensamento brasileiro sobre as tendências da urbanização e de suas implicações sobre as políticas de desenvolvimento que o Brasil deve adotar.” (pág. 31) Portanto, os artigos selecionados tratam de temas que vão muito além do debate censitário em torno da população rural e urbana brasileira.

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    À Margem dos 'Marajós' - Cotidiano, Memórias e Imagens da 'Cidade - Floresta' - Melgaço-PA

    Autor: Agenor Sarraf Pacheco

    Resumo: A história da confecção deste livro comporta uma infinidade de outras histórias. As muitas histórias da cidade nele contadas a partir do olhar dos diferentes moradores com os quais dialoguei no curso da pesquisa, é uma das de suas primeiras dimensões.

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    Educação do Campo e Pesquisa - Questões para reflexão

    Autor: Mônica Castagna Molina (organizadora)

    Resumo: Resultado do do I Encontro Nacional de Pesquisa em Educação do Campo, realizado em Brasília, em setembro de 2005.

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    GEPERUAZ - Educação do Campo NA AMAZÔNIA

    Autor: Salomão Mufarrej Hage

    Resumo: Retratos de realidade das Escolas Multisseriadas no Pará.

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    DICIONÁRIO DA EDUCAÇÃO NO CAMPO

    Autor: Roseli Salete Caldart (org)

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    A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER.

    Autor: Paulo Freire

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    AÇÃO CULTURAL PARA A LIBERDADE.

    Autor: Paulo Freire

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    EXTENSÃO OU COMUNICAÇÃO

    Autor: Paulo Freire

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    MEDO E OUSADIA

    Autor: Paulo Freire

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    PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

    Autor: Paulo Freire

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    PEDAGOGIA DA INDIGNAÇÃO

    Autor: Paulo Freire

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    PEDAGOGIA DO OPRIMIDO

    Autor: Paulo Freire

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    POLÍTICA E EDUCAÇÃO

    Autor: Paulo Freire

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    PROFESSORA SIM, TIA NÃO

    Autor: Paulo Freire

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    EDUCAÇÃO NO CAMPO - EM ABERTO

    Autor: Mônica Castagna Molina e Helana Célia de Abreu Freitas

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    EDUCAÇÃO NO CAMPO E DESENVOLVIMENTO

    Autor: Fernando Michelloti/ Universidade Federal do Pará
    José Bittencourt da Silva/ Universidade Federal do Pará
    Nelia Reis/ Universidade Federal do Pará
    Orlando Nobre Bezerra de Souza/ Universidade Federal do Pará
    Romier Paixão de Souza/ Escola Agrotécnica Federal de Castanhal
    Salomão Mufarrej Hage/ Universidade Federal do Pará

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    O NOVO RURAL BRASILEIRO

    Autor: José Graziano da Silva

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    FUNÇÕES E MEDIDAS DA RURALIDADE NO DESENVOLVIMENTO CONTEMPORÂNEO

    Autor: Ricardo Abramovay

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    ESTATÍSTICAS DO MEIO RURAL 2010-2011

    Autor: Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA 

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    SUPERANDO O RACISMO NA ESCOLA
     
    Autor: Kabengele Munanga - Ministério da Educação
     
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    Mulheres Camponesas: Trabalho Produtivo e Engajamentos Políticos
     
    Orgs.: Delma Peçanha (UFF) e Leonilde Servolo de Medeiros (UFRRJ)
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